Cinco métodos normativos, de 1 a 24 estacas, com croqui cotado, detalhamento das armaduras em DXF e memorial completo. E o edifício inteiro entra de uma vez: o FEBLOCOS lê o arquivo do TQS e cria um bloco por fundação.
tenho interesse e quero mais informações

Projeto, pilar, cargas, materiais, estacas, geometria e método, em painéis recolhíveis. CALCULAR, DETALHAR e COMPARAR MÉTODOS fixos no pé.
Uma prancha só, com zoom e pan livres. Impressão, Exportar PNG e Enquadrar na própria vista.
APROVADO/REPROVADO, o ajuste recomendado, a faixa de altura que aprova e os números: rigidez, ângulo de biela, reação máxima e mínima, utilização da estaca.
O FEBLOCOS lê o GEOTQS.XML e monta os blocos sozinho: um por fundação do edifício, com pilar, geometria, posições reais das estacas e combinações de carregamento já carregadas. Sem redigitar bloco por bloco.
Importe só a fundação selecionada ou todas de uma vez. Cada bloco chega com o seu pilar e as estacas nas coordenadas reais — inclusive os grupos girados.
ELS entram como características e ULS como já majoradas, cada uma com o nível declarado. Nada é reinterpretado em silêncio.
Vários blocos no mesmo projeto, cada um com todas as entradas próprias. Você troca de bloco pela lista lateral e croqui, memorial e detalhamento acompanham.
Capacidade de carga e comprimento da estaca o TQS não exporta — esses dois você informa. Fundação que o leitor não sabe reduzir com segurança sai recusada com o motivo, nunca aproximada.
Cada caso roda o bloco por inteiro, a aprovação exige todos, e o detalhamento sai do caso que governa a armadura — um caso real, nunca um envelope de máximos.
O memorial abre a seção de combinações com a pior em destaque e lista o pior caso de cada verificação com a medida que o elegeu: As adotado, σ/limite, ℓb, τSd/τRd.
Saída real do software. Em toda verificação, o memorial imprime a fórmula, a substituição numérica e a referência.
A fórmula, a substituição numérica e a referência bibliográfica — com o limite que governa a aprovação identificado.
O usuário tem total transparência sobre tudo que é feito no software.
Cada cálculo e cada formulação aparecem por escrito no memorial — dá para conferir tudo, linha a linha.
Blévot & Frémy (1967), CEB Boletim 73, Fusco (1994), NBR 6118:2023 e o acervo sobre distribuição de carga, numa janela própria — e referenciados verificação por verificação.
Strut-and-tie completo, perímetro crítico ACI/CSA e ancoragem de estaca tracionada ficam de fora — e isso sai escrito.
γf, γc, γs, γn e KR num quadro só, redeclarados com fonte em cada seção. Todos editáveis na janela de Critérios.
A conta de sempre assume bloco infinitamente rígido e todas as estacas cedendo igual — e a diferença aparece justamente na estaca mais carregada. O FEBLOCOS traz o modelo elástico para dentro do projeto e mostra, estaca por estaca, o quanto essa hipótese custou.
O bloco é resolvido como grelha de placa (Timoshenko, com deformação por cortante) apoiada em uma mola vertical por estaca, de coeficiente kv. A malha nasce das linhas notáveis do bloco.
Estaca que aparece tracionada sem capacidade à tração declarada tem a mola liberada, e o sistema é re-resolvido por equilíbrio.
Capacidade de carga, punção e arrancamento consomem a envoltória entre a reação estática e a elástica, estaca por estaca. Ligar o recurso pode aumentar a exigência; nunca diminuí-la.
A tabela mostra estática → elástica (Δ%), com a crítica marcada e a tração em vermelho. Quando o modelo elástico elege outra estaca como a mais carregada, um banner avisa.
O resultado sai com um selo consultivo, presente em todas as edições, que classifica o seu caso e cita a fonte de cada motivo.
Verde só na faixa em que há ensaio de bloco instrumentado (Senna Jr., 1993; Rezende, 1995). Vermelho quando há estaca interna em bloco flexível. E os gatilhos da NBR 6118:2023, 22.7.3 rebaixam o selo por conta própria.
A estaca interna é achada pelo fecho convexo do grupo, não por contagem: o arranjo de 5 estacas em quadrado com uma no centro tem estaca interna, e nenhuma regra de “número de estacas” pega isso.
O coeficiente de mola quase nenhum projeto tem com precisão. Em vez de fingir um valor único, o software mostra o quanto o resultado depende dele.
A reação de cada estaca é recalculada em quatro pontos de referência e sai como uma faixa por estaca. Faixa estreita, o kv não manda no seu bloco; faixa larga, você descobriu onde investir no dado geotécnico.
A mesma varredura na altura do bloco, de 0,6h a 2,0h, como curva anotada no painel — com a fonte junto (Ramos, 2007; Munhoz, Delalibera e Oliveira, 2013).
A majoração da reação nas estacas internas (Ramos, 2007) fica na mesma janela — e o Modo Molas a ignora, com a premissa declarada no memorial.
O bloco sobre 10 estacas do Caso 4 de Ramos (2007) vem instalado, já com o Modo Molas e as duas análises ligadas. Você abre, calcula e compara com a tese.
A tabela estática → elástica com o Δ% por estaca, o modelo adotado, o kv usado e a origem de cada valor. Nenhuma escolha fica implícita.
Ramos, Senna Jr., Rezende, Munhoz/Delalibera/Oliveira, IBRACON, Hanna e Randolph & Reul, numa janela própria — com o que cada um sustenta dentro do software.
Pilar fora do centro, estaca tracionada, bloco flexível, estaca executada fora da posição — cada caso com rota própria de cálculo e a adoção escrita no memorial.
Grupo descentrado em relação ao pilar: os métodos generalizados calculam com a adoção declarada, os de geometria fechada recusam com o motivo. O croqui marca o baricentro cotado e a punção mede a folga real de cada lado.
Modelo próprio: tirante vertical, banzo superior tracionado e estribo de suspensão na faixa da NBR 6118, Figura 22.7. O arrancamento é verificado nas duas metades, geotécnica e estrutural.
Com as posições que a obra executou, o programa recalcula as reações e emite o parecer pelo critério da NBR 6122:2022, 8.5.6.2. Estaca que passa a tracionar reprova por regra própria.
Classificado flexível, o bloco não para no “reprovado por rigidez”: é dimensionado pelo CEB-70 — flexão nas seções de referência, cortante e punção obrigatória (NBR 6118:2023, 22.7.4.2), com as adoções em alerta.
Posições com bitola, espaçamento, gancho e comprimento de corte, barras desenhadas em planta e nos dois cortes, tabela de aço com o peso total. E o que ele detalhou você edita posição por posição, sem perder a verificação.
Cada linha é uma posição real (“N1”, “N2”…). Você ajusta bitola, espaçamento, quantidade, comprimento e gancho, e o desenho se refaz ao vivo, a cada campo.
Ajustar não desliga a conferência: VERIFICAR BLOCO recalcula o bloco inteiro com o detalhamento que está na tela e reprova nomeada a posição que não cobre a área exigida ou fura o teto de espaçamento. Verificar não grava — quem grava é o “Aplicar e fechar”.
E o memorial registra a autoria: a posição que você ajustou sai declarada como decisão do projetista.
Um botão na janela de detalhamento grava o desenho como arquivo de CAD. Abre direto no AutoCAD, sem plugin e sem conversor.
As três vistas — planta, corte A-A e corte B-B —, a galeria de ferros, o quadro de ferros com quantidade, bitola, comprimento e peso, as cotas e o rodapé com aço total.
Você escolhe unidade, escala de plotagem e fundo — papel branco ou model space escuro.
Geometria em escala real, em 16 camadas separadas — fôrma, estacas, pilar, cada família de armadura, cotas e eixos. Você congela o que não interessa e trabalha por cima do resto.

Escrito pelo próprio FEBLOCOS no DXF do AutoCAD 2000, lido por qualquer CAD atual.
Contra exemplos resolvidos da literatura. Os exemplos de Bastos (UNESP/Bauru, 2023), originalmente de Machado (1985), são recalculados a cada versão e comparados número a número: ângulo de biela, tensão nos nós, área de armadura.
Contra ensaios de laboratório. Dezesseis blocos sobre quatro estacas rompidos nas séries de Clarke (1973) e Suzuki (1998 e 2000): o software recalcula a capacidade com as resistências reais do ensaio e todos os coeficientes em 1,0, e o resultado tem de ficar abaixo da carga que rompeu o bloco. Se uma alteração futura ultrapassar qualquer ensaio, a compilação falha.
E a conferência manual, feita por engenheiro na tela, em 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 estacas, com carga baixa e alta. Fazem parte dela os cinco casos de Blévot e quatro blocos conferidos contra o TQS (2 estacas a 70 tf, 3 a 100 tf, 4 a 150 tf e 5 a 180 tf).
Os dezesseis corpos de prova e os casos de conferência vêm instalados com o software — você abre, calcula e confere. Fonte dos ensaios: Chantelot & Mathern (Chalmers University of Technology, 2010).
Premissas, coeficientes, cada verificação e a bibliografia. Sai impresso ou em PDF.
Croqui, resultados e quadro de ferros numa página só — o que se anexa à prancha no dia a dia.
Exportação do croqui e do detalhamento em 1×, 2× ou 4×, no tema escuro ou no modo impressão.
Fôrma, estacas, pilar e todas as barras em escala real, separadas em camadas, no padrão da ABNT. Abre direto no AutoCAD — você cota e emoldura no carimbo do seu escritório.
Todas as entradas, critérios, combinações e coordenadas de estaca gravadas — de todos os blocos do projeto. Reabre, recalcula e continua de onde parou, com desfazer e refazer durante a edição.
Duas edições, a mesma base de cálculo, croqui, detalhamento, memorial e exportação DXF. O que muda é a cobertura de métodos, a integração com o TQS e os recursos de análise.
Atenção: A opção "dias grátis até a primeira cobrança" é válida apenas para pagamentos realizados por cartão de crédito.
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